O ‘Neonothopanus gardneri’ é o maior fungo bioluminescente do Brasil e um dos maiores do mundo. Novos relatos mostram que o fungo nunca mais encontrado vivi ainda. A uma entrevista para BBC Brasil o pesquisador Cassius Vinicius Stevani, do Instituto de Química da USP relata que: “Já tinha encontrado alguns cogumelos que emitem luz no Brasil, mas menores, alguns do tamanho de um fio de cabelo”.
Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu miúdos a brincar com o que pensou serem pirilampos nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins. Chamado pelos locais de ‘flor de coco’, o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então.
Por volta do ano de 2001 houve um relato do fungo. Nos anos seguintes, relatos das regiões de Tocantins e Goiás mostravam um cogumelo grande, amarelo, que emitia uma luz. No entanto, só houve uma fotografia no ano de 2005, tirada no Piauí.
A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz. Uma das teorias consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução outra diz que a luz atrai insectos predadores que atacam insectos menores que se alimentam do fungo.
A pesquisa do relato e das teroias do motivo da luz estao sendo estudadas na Universidade de São Paulo (USP) e das universidades americanas de San Francisco e de Hilo, no Havaí, onde iram em cojunto publicar na periodico de Mycologia.

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